São resquícios de tempos a dividir aborrecimentos.
Trechos de uma vida que eu não imaginava viver.
E a fingir sorrir , busco prática em teorias que expresso em fugitivas palavras.
Não é solidão.
Nem tristeza.
È necessidade.
É vazio.
São as viciantes sensações de - Qse - sempre.
São os excessos de realidade que sonho em viver...
Essas tensões contidas em mentiras simples.
Ou até mesmo , essas considerações quanto ás pessoas ao meu redor.
Não há o que prosseguir.
O rumo parece sempre fragmentado.
Aí compartilho comigo mesma as pequenas fraquezas.
Fraquezas dessas que se adquire em farmácias.
Misturo á doses imensas de ócio e prossigo...
estática.
Vendo a passar o cotidiano comum.
Cotidiano esse que...
insisto em desprezar.
Então , o que mais me transcede é a provável espera...
por um tempo a me cansar.
Um tempo com dias exaustivos e momentos terríveis de cansaço mental.
Eu espero... espero...
Até o dia em que serei restos.
Ou trechos....
de um viver sem habitar desgastes cotidianos.
E o que mais me sucede esperança...
é nascer novamente.
Rodando::: Richard Ashcroft [--Crazy world--]
...Mas como avaliar a viabilidade? Por que o que é viável é um Bem? ...
- Roland Barthes -